1. Personalidade extrovertida – nem escandaloso, nem muito tímido: extrovertido. Ser um ‘Gerente de Comunidade’ implica em comparecer em eventos e apresentar-se para estranhos;
2. Redação – Um texto bem escrito ajuda, já que a criação é de conteúdos;
3. Experiência em redes sociais – Usar mídias sociais uma vez por mês não é ter experiência. Domine as linguagens utilizadas no Twitter e Facebook pelo menos, e saiba usar o WordPress;
4. Interesse em seu setor – Leia comunicação, ouça comunicação, respire comunicação. Este é o seu negócio;
5. Bom funcionário – Habilidades que se aplicam em qualquer lugar: gestão, capacidade de multitarefa, inteligência – são um pouco mais acentuadas aqui, uma vez que o gerenciamento vem das mais diversas áreas. Ah, e funcione sob pressão. Ela existe.
6. Se encaixar na cultura – Em pequenas empresas isso é ainda mais importante; a pessoa precisa se dar bem com colegas e principalmente, entender o que o gestor prefere na metodologia do trabalho. Nenhum lugar é igual ao outro.
7. Formação – Ter pelo menos uma graduação traz tanto experiência como conhecimentos para toda a base do seu trabalho, e demonstra que você não quer estagnar e busca se especializar sempre.
Community Manager, Gerente de Comunidade, Analista de Redes Sociais, Social Media, Jornalista, Assistente de Conteúdo, e todos os outros termos que você conseguir encontrar para as profissões 2.0, a certeza é uma só: ser multitarefas é essencial para o mercado que atropela quem se restringe.
(com infos do socialfresh.com)
